Tempo Médio de Espera (TME): o que é e onde encontrar no ...

Vida Offline

Alô viciado ou viciada em internet: você que cansou das redes sociais e de ficar horas e horas rolando a tela do seu celular como um zumbi ou de perder tempo precioso da vida jogando sem parar ou procurando alguma coisa para assistir na Netflix. Vamos compartilhar dicas de como diminuir o tempo de tela e ideias de atividades e hobbies offline. Este sub espera ser a versão em Português do /nosurf
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Tempo de espera para o Metro de Lisboa agora disponível na internet

Tempo de espera para o Metro de Lisboa agora disponível na internet submitted by inaudivel to portugal [link] [comments]

VIVO Fibra X OI Fibra? O barato sai caro ou lei de mercado?

Boa noite redditers brasileiros, acabo de me mudar para niteroi, no rio de janeiro, e aqui no prédio onde moro não tem Net Claro, estou em dúvida entre duas operadoras: a Oi e a Vivo.
Gosto de ter internet, telefone e televisão pra minha mãe
O plano da Oi fibra são 400 megas + fixo + TV. Por 230 reais.
O plano da Vivo fibra são 300 megas + fixo + TV. Por 280 rais.
Queria ver sobre questões de estabilidade da rede e SAC, pois dependendo escolho a que melhor oferecer esses itens, pois prezo uma internet estável de 300 a uma instável de 400, mesmo pagando mais caro por isso.
Alguém que tenha essas operadoras, ou já teve em um período recente poderia me dar uma luz?
Muito obrigado!
Edit:; obrigado pela ajuda pessoal! Escolhi a Oi por ser mais barata e ter um serviço mais estável comparada a vivo na região de Icarai em Niterói! Em questão de atendimento ao cliente achei as duas razoáveis, sem muito tempo de espera para falar com alguém e pessoas atenciosas ao telefone, conforme for a instalação dos aparelhos e sinal (que na oi marcaram para menos de 48 horas do pedido) eu atualizo o post. Valeu!
Edit2; internet, TV e telefone ótimos, sem queda ou oscilação de sinal, ping de 20ms no lol e cs, gostei mto! Indico a Oi fibra, mto Boa! Unico ponto ruim foia instalação que demorou um pouco(quase 3 hrs) e vieram num horário ruim pra mim que é pela manhã(não da pra escolher), fora isso mto bom
submitted by kalashbr to brasil [link] [comments]

Momento cringe: Bolsonaro criticando Moro para uma plateia de Policiais Federais: “Ministro da Justiça André Mendonça. Me desculpem, muito, mas muito melhor do que o que nos deixou há pouco tempo” Ele então faz uma pausa (geralmente feita quando se espera aplausos) *silêncio, ninguém aplaude.*

Momento cringe: Bolsonaro criticando Moro para uma plateia de Policiais Federais: “Ministro da Justiça André Mendonça. Me desculpem, muito, mas muito melhor do que o que nos deixou há pouco tempo” Ele então faz uma pausa (geralmente feita quando se espera aplausos) *silêncio, ninguém aplaude.* submitted by Seromelhor to brasil [link] [comments]

Cuidados a ter com impostos

Olá a todos,
Quero desde já agradecer a iniciativa dos criadores do grupo e de todos os membros deste grupo pelo espírito de entre ajuda.
Eu vou começar a investir principalmente pela app do eToro ou do Plus500 visto ter visto vários comentários a falar do tempo de espera para abrir uma conta na DGiro.
A minha preocupação como o título do post diz é que cuidados tenho de ter para o IRS. Tenho de guardar um “log” com todas as transações que efectuei? Qual a taxa de tributação?
Tentei pesquisar por uma versão do código fiscal online mas não encontrei nenhuma e sinceramente pagar 40€/ano para ter uma versão actualizada não me parece grande ideia.
Desde já agradecido
submitted by ProtoZYX01 to financaspessoaispt [link] [comments]

Momento cringe: Bolsonaro criticando Moro para uma plateia de Policiais Federais: “Ministro da Justiça André Mendonça. Me desculpem, muito, mas muito melhor do que o que nos deixou há pouco tempo” Ele então faz uma pausa (geralmente feita quando se espera aplausos) *silêncio, ninguém aplaude.*

Momento cringe: Bolsonaro criticando Moro para uma plateia de Policiais Federais: “Ministro da Justiça André Mendonça. Me desculpem, muito, mas muito melhor do que o que nos deixou há pouco tempo” Ele então faz uma pausa (geralmente feita quando se espera aplausos) *silêncio, ninguém aplaude.* submitted by Seromelhor to brasilivre [link] [comments]

Boletim epidemiológico N21

Sugiro que olhem o boletim epidemiológico especial n° 21 do Coronavírus. Se refere semana epidemiológica 27 (28/06 a 04/07), mas tem informações muito importantes sobre testes RT-PCR desde março para cada estado (total recebido, quantos já foram realizados, tempo de espera para resultados, % de positividade), SRAG e óbitos por SRAG, casos e óbitos por SRAG e Covid nos profissionais da saúde e casos e óbitos por SRAG em gestantes.
Segue: http://saude.gov.bimages/pdf/2020/July/08/Boletim-epidemiologico-COVID-21-corrigido-13h35--002-.pdf
submitted by pedceron to coronabr [link] [comments]

″O tempo de espera para adoção só tem a ver com o perfil que se escolhe″

″O tempo de espera para adoção só tem a ver com o perfil que se escolhe″ submitted by rainbowcouscous to AdoptionPortugal [link] [comments]

O padre e A Baronesa

Em uma aldeia havia um padre conhecido pela sua piedade com os monstros. Possuídos de todos os lugares viajavam até a pequena aldeia para serem curados de seus demônios. O padre atendia em uma pequena igreja, sem bancos, feita de madeira, pintada de branco, que era quente demais no verão e fria demais no inverno. A simplicidade das instalações não incomodava aquele sujeito humilde, porém a Baronesa se contorcia de ver um servo de Deus trabalhar num lugar tão mal cuidado. Claro, isso não seria um problema se Ela não tivesse que ‘visitá-lo’ toda dia de missa.
A Baronesa, dona daquelas terras e outras na região, tentava emplacar seus novos produtos no mercado. Máquinas como o mundo nunca tinha visto, criaturas metálicas espertas, programadas para todo tipo de tarefas: limpeza, construção, cuidado com as crianças, vigilância dos escravos, mordomos e tudo mais que o cliente pudesse imaginar. Mas o povo, pobre de conhecimento e ainda mais pobre de dinheiro, olhava para as máquinas com desconfiança, viam em seus olhos amarelos e iluminados motivações ocultas e sombrias. A Baronesa, sabia o que o povo pensava de suas construções e se surpreenderia se fosse diferente.
“Esses ignorantes e imbecis, não compreendem os avanços da tecnologia! Mas de que adianta? Ainda que entendessem, nada poderiam fazer! Essa gentalha não consegue manter uma moeda no bolso. Oh, imagine! Nem que juntassem todos os pobretões de todas as aldeias da região, não conseguiram comprar um peça das minhas maravilhosas máquinas.”
O que a surpreendia era a reação dos seus pares, os sofisticados baroneses, duques e nobres, que rejeitavam com igual força suas ideias sobre a modernidade.
“Minha querida Baronesa, a senhora possui tantas terras boas, devia focar em cultivá-las ao invés de construir essas criaturas de metal.”
Para impressionar a nobreza, encontrar possíveis compradores ou pelo menos alguém que a apoiasse, a Baronesa gastava partes enormes da sua interminável fortuna com festas e mais festas. Onde as máquinas serviam, cozinhavam, faziam segurança e entretinham os convidados, sem parar, sem reclamar e sem se cansar.
No entanto os barões, duques e nobres não pareciam impressionados e tratavam com profunda indiferença as maravilhas da tecnologia. Num mundo iluminado por velas, onde moinhos de água tinham acabado de ser inventados, tais criaturas metálicas pareciam apenas uma alegoria festiva, um enfeite, algo que está ali por estar e ao mesmo tempo não existe, uma mistura estranha entre personagens bizarros de circo e mendigos de rua.
Foi durante uma missa, num dia extraordinariamente quente, agravado pelas instalações da igreja; no meio da aglomeração do povo, que se agregava mais próximo do altar para acompanhar mais um exorcismo e cura de um monstro; onde a nossa querida Baronesa se sentia absolutamente desconfortável; que Ela teve a ideia de que
“Se meus pares fecham os olhos para as modernidades, a igreja há de abri-los.”
Foi assim que irrompeu um grito pedindo atenção. O povo, até então atento a cura, voltou-se para Ela. Até o monstro sobre o altar se virou. O único que não se mexeu foi o padre, pois aquele era o momento mais crucial do exorcismo, se ele saísse do transe a alma daquela pessoa poderia se perder para sempre.
“Senhoras e senhores, desculpe-me interromper o espetáculo que é a cura divina! Todavia preciso anunciar para todos vocês, que depois de tantos anos que passamos neste lugar caindo aos pedaços, finalmente teremos uma nova igreja! A doação, claro, será feita do meu próprio bolso e construída com minhas próprias máquinas, de modo que todos só tem a ganhar.”
O povo que desconfiava no começo da fala, sorriu ao ouvir ‘do meu próprio bolso’. Mas logo fechou a cara novamente, ao ouvir ‘com minhas próprias máquinas’. Afinal, se não fossem por essas malditas criaturas de metal, os pedreiros teriam algum trabalho e receberiam o suficiente pra gastar no bar, no verdureiro e na peixaria; que faria com que a dona do bar, a moça das verduras e os pescadores tivessem mais dinheiro pra gastar no padeiro, no alfaiate e no ferreiro; e assim, sucessivamente. De modo que o pouco dinheiro pago aos pedreiros passasse pela mão de todos na aldeia, em seguida na mão de todos das aldeias vizinhas, até enfim ser pego por cobradores de impostos e finalmente se perder dentro do cofre de algum nobre.
Apesar da decepção, o ânimo geral foi positivo. Afinal uma igreja nova ainda era melhor que nada. E embora duvidassem das intenções da Baronesa e de suas criações, jamais duvidariam de sua Fé, que alegavam ser a maior entre todo povo comum. Boatos passados de boca em boca diziam até que Ela era capaz de realizar milagres, mas claro que não passavam de boatos.
Entretanto por mais fervorosa que fosse a Baronesa, a ponto de sair da sua confortável mansão no topo do Monte; descer a pé todo o morro; atravessar o rio; subir a colina onde estava a igreja; e fazer o caminho de volta todas as vezes que ia à missa, Ela ainda questionava certas ações do padre. A Baronesa, assim como todos ‘cidadãos de bem’, defendia que os monstros não deveriam ser curados, muito pelo contrário, deveriam ser caçados e mortos pelos crimes que cometeram contra Deus, pois ‘os crimes contra Deus’ eram a única explicação para tem se transformado. Isso se não tiverem matado gado, ou estripado alguém depois que assumiram a sua forma monstruosa.
Após o anúncio ninguém mais assistia o exorcismo e para o padre isso não fazia diferença, na verdade era até melhor. Não gostava de fazer os exorcismos em cima do altar ou em público, se o fazia daquela forma era por dois motivos: O primeiro, era literalmente por pressão popular, porque uma vez o povo quase quebrou a porta dos fundos da igreja enquanto tentavam espiar um ritual. E o segundo, porque aquela era uma boa forma de divulgar seu trabalho e atrair aqueles que precisam de cura. Portanto apenas um exorcismo era feito em público e só no final da missa, se ainda houvesse outros possuídos a serem curados eles seriam atendidos na parte de trás da igreja, quase em segredo.
Só depois que o demônio foi expurgado e finalmente o monstro pode olhar no espelho e ver a pessoa que era, que o padre abandonou o transe e a concentração no trabalho. E não demorou muito a saber da novidade através dos cochichos e conversas que corriam por toda assembléia:
“Onde ficará a nova igreja?”
“Será que vão derrubar essa daqui?”
“Tomara que tenha uma torre do sino!”
“Espero que não seja em cima do morro.”
“Ia ser lindo se fosse em cima do rio!”
Assim que pescou informação o suficiente sobre a construção da nova igreja, foi imediatamente contra. Jamais um único fiel deveria ser responsável pelo dinheiro e construção do templo, porque
“Um templo, assim como a Fé, deve ser uma construção conjunta. Feita pela dedicação e amor das pessoas e não por ganhos materiais ou glória pessoal. O marceneiro deveria trabalhar a madeira que o lenhador cortou e doou, para que os ajudantes usem os pregos que sobraram da construção de suas casas, para pregar juntas as tábuas. Todos trabalhando juntos, sem ninguém cobrar a ninguém, cada um fazendo e doando de acordo com o que pode e tem!”
“É assim que deveria ser construído um templo! E foi assim que foi feita essa capela.”
Esperou a multidão se dispersar e foi conversar com a Baronesa, que por sua vez estava ansiosa para contar os detalhes da obra.
“Eu agradeço sua oferta minha querida, mas um templo assim como a Fé deve ser uma constr...”
“Desculpe senhor padre, porém acredito que alguém mais competente deveria tomar a decisão. Passados mais alguns anos ou uma praga de cupins e esse lugar vem abaixo! Além disso o povo clama por um lugar mais confortável! Já lhe aviso: se o senhor insistir em recusar minha proposta, enviarei a oferta ao bispo.”
“QUE ENVIE ENTÃO! Mas saiba que nunca estarei de acordo com um templo feito tão mundanamente!”
Foi uma discussão acalorada, contudo não foi nem a primeira, nem a mais tensa delas. O padre e a Baronesa tiveram várias discussões em torno da Fé, da organização da aldeia, das leis e de outros vários assuntos. Mantinham ao mesmo tempo um profundo respeito e um certo desafeto um pelo outro, mas nunca rancor.
O padre achava que as ideias da Baronesa eram afastadas demais da comunidade e pouco preocupadas com a benevolência, apesar de estarem de acordo com as palavras de Deus. Para a Baronesa, as ideias do padre eram sempre ideológicas demais e pouco práticas, apesar de estarem de acordo com as palavras de Deus. E como era a concordância com as palavras de Deus que decidia quais eram as melhores ideias, eles não tinham critério de desempate. Costumeiramente, o padre ganhava as discussões, por ter uma posição mais próxima de Deus, mas as coisas costumavam ser feitas ao modo da Baronesa, por ter uma posição mais próxima do Governador.
No fim, o projeto foi enviado ao bispo que o aceitou imediatamente, formando uma comissão de bispos para abençoar o local da nova igreja e os objetos santos.
A planta da igreja, também incluía uma área no subsolo que seria a nova casa do padre. Ele, até então, morava num pequeno quartinho de teto baixo, na parte de trás da capela, dormia num colchão fino colocado sobre o chão, que fora presente do pescador. O cômodo também possuía ainda um fogão a lenha, montado pelo ferreiro. O banco e a mesinha onde o padre realizava seus estudos, ambos bambos, eram peças defeituosas doadas pelo marceneiro e um pouco mais afastado havia uma fossa com cabine, feitas pelo próprio padre, onde ele fazia suas necessidades.
A Baronesa foi rápida para mostrar serviço, e assim que abençoaram o local as máquinas deram início a construção. Os bispos ficaram encantados com a forma que aquelas criaturinhas de metal trabalhavam, tão encantados que se sentaram num ‘acampamento de obras’, montado pela Baronesa, para assistir a construção. Quando anoiteceu, a casa do padre já tinha o piso e todas as paredes. Logo antes de se retirarem para dormir os bispos perguntaram a Baronesa:
“Suas construções não vão descansar?”
“Ah, senhor bispo, não se preocupe, elas não precisam disso, podem trabalhar por dias seguidos. Inclusive, garanto aos senhores que a igreja estará de pé e decorada antes do dia de missa.”
Os bispos se surpreenderam com a promessa. Uma igreja como aquela demoraria ao menos três meses para ser construída por mãos humanas, se essas fossem mãos de pedreiros experientes talvez dois e meio. Porque a Baronesa falou muito bem delas, os bispos esperavam que as máquinas fizessem em um mês, tanto que a maioria deles tinha planejado ir embora no dia seguinte, menos o bispo responsável pela região que faria a primeira missa e o batismo da igreja. Contudo já que a Baronesa prometeu uma entrega tão rápida, todos resolveram esperar para realizar uma grande missa de batismo.
***
As máquinas trabalharam durante toda a noite. Elas têm a forma que melhor condiz com o seu trabalho. Sim, porque diferente das obras feitas por pedreiros, onde cada um faz um pouco de tudo, as máquinas possuem uma função específica, então necessitam de um corpo específico. Enquanto uma passa o cimento, a outra coloca os tijolos; uma ajuda a secar o cimento e, ao mesmo tempo, outra passa a massa onde o cimento já secou; uma é responsável por ajudar a secar a massa e a outra por pintar onde a massa já secou; algumas ajudam a levantar aquelas que trabalham em andares mais altos; sem falar na batedora de pregos, nas carregadoras, nas colocadoras de móveis e decoração, etc. Tudo isso é perfeitamente sincronizado, para que não se pinte onde a massa está molhada; não se pise onde o piso ainda não assentou; ou para não secar o cimento antes de colocar os tijolos.
Todavia diferente de um relógio, que para funcionar depende de todas suas engrenagens perfeitamente encaixadas, nos lugares e tempos específicos, tais criaturas trabalham de modo tão sincronizado porque se comunicam. Sim, e se comunicam de uma forma parecida, mas ao mesmo tempo muito diferente daquela dos humanos. Sua precisa e avançada ‘fala’ é composta por vários sons de *beep*, e cada máquina tem um *beep* de tom e altura diferentes. Durante a execução de uma tarefa elas ‘falam’ de forma incessante, para alertar umas às outras de suas ações, logo todas precisam conhecer a ‘voz’ uma das outras, a fim de ter uma noção sobre ‘o que ocorre onde’ na execução da tarefa.
Contudo não só na linguagem elas lembram os humanos, elas pensam, tem sentimentos, personalidades, gostam de certas máquinas e desgostam de outras. Apesar de serem fisicamente iguais e pintadas do mesmo jeito, o colocador de tijolos 36579 é alegre e festivo, enquanto o 85479 é introspectivo e silencioso, isso fica evidente em seus movimentos e também no tom e frequência de seus *beeps*. Um humano até poderia perceber isso, se pudesse observá-los atentamente durante dias, no entanto para as máquinas a diferença de personalidade entre eles é gritante. Claro, a personalidade deles pode até fazer com que ajam de forma diferente, mas de modo algum isso afeta seu trabalho, pois apesar de mover o braço um pouco mais e se agitar de vez em quando, o 36579 precisou colocar os tijolos da mesma forma e ao mesmo tempo que o 85479, para que as paredes ficassem prontas juntas.
Um humano provavelmente se sentiria desconfortável de ter que trabalhar de forma tão mecânica, sem poder imprimir sua personalidade, sua ‘marca’ no trabalho. Só que essa é a beleza para as máquinas, elas adoram ser todas diferentes e ainda assim trabalhar de jeito igual. O sincronismo as deixam felizes. Trabalhar para elas não é muito diferente de uma dança, uma dança num mundo onde todos são exímios dançarinos.
E naquele dia participaram de seu grande baile, que se estendeu por toda noite, quando tiveram de cochichar, mantendo seus *beeps* baixinhos para não acordar as pessoas humanas. Com a chegada da manhã seguinte, dançaram novamente sob o dia, cantando *beeps* mais altos, porque os humanos faziam muito barulho. E dançaram, trabalham, cantaram e cochicharam durante os dias que vieram, até que…
***
Na manhã do ‘dia “antes do dia de missa”’ a igreja estava pronta. Era grande, definitivamente maior que a velha capela. Ainda não chegava aos pés de uma catedral, porém tinha os tijolos mais bem colocados, as paredes mais bem niveladas, os únicos bancos posicionados com precisão milimétrica e um altar perfeitamente arrumado, com os todos utensílios alinhados, prontos para o início da missa.
As máquinas, orgulhosas do seu trabalho, se retiraram e aguardaram, ao lado da igreja, o despertar da Baronesa. Dispuseram-se em fileiras organizadas por função e aproveitaram o tempo de espera para conversar. Demoraram apenas 12 segundos para discutir profundamente sobre os mais variados assuntos, a comunicação delas era realmente muito eficaz. Nesse pequeno intervalo de tempo conversaram sobre: como os humanos eram estranhos, como gostaram de finalmente fazer um trabalho fora da mansão, teorizaram sobre os pássaros que cantavam na manhã, flertaram, fizeram novas amizades, planos para os próximos trabalhos, etc. Depois ficaram paradas. As mais afobadas tremiam de levinho, ansiosas para que sua Mestra dessem-lhes mais ordens, afinal gostavam muito de trabalhar.
A aldeia inteira, e boa parte das vizinhas, estava presente para a missa, que foi coordenada sobretudo pelo bispo regional, contando com as participações pontuais e diversas bênçãos dos bispos das outras regiões. Finalmente, depois de anos à frente do altar, o padre podia assistir uma missa como simples fiel e isso trazia-o boas lembranças.
Ao final da missa, e antes de conhecer sua nova casa, o padre perguntou a Baronesa se Ela havia construído um lugar para realizar a cura dos possuídos. Ela disse que não, que havia esquecido, mas os dois sabiam que o ‘esquecimento’ era proposital. Era mais provável que ela tivesse construído um abatedouro do que um lugar de cura.
“Se não construiu não há problema, eu os receberei na minha casa então.”
Em sinal de respeito, a Baronesa presenteou o padre com uma máquina ajudante, que ele só aceitou depois de muita relutância.
“Senhor padre, faça o favor de aceitá-lo, o senhor bem sabe é um tremendo desrespeito cometer a desfeita de rejeitar um presente.”
O ajudante foi instruído por sua Mestra a apresentar a casa ao padre, que levou alguns amigos e o bispo da região consigo. Desceram a escada atrás do altar, que levava à casa. Tudo tinha sido construído e organizado nos padrões mais modernos, o padre, que era um sujeito simples, não gostou da casa de primeira, desconfiava do estranho vaso de porcelana com água dentro, que ficava onde o ajudante disse ser o banheiro. Julgava que aquilo tinha intenções malignas.
Na verdade várias coisas na casa pareciam ‘erradas’, as velas nos candelabros nunca apagavam, a casa estava fresca demais para uma casa no subsolo e havia sempre uma brisa vinda de algum lugar. No final da visita, encontraram várias escotilhas bem discretas, por onde entravam ar e luz. A Baronesa podia não gostar do padre, mas queria que a casa fosse o mais funcional possível. Porém foi só depois de abençoar a casa mais de 15 vezes e finalmente descobrir como funcionava o vaso de porcelana que o padre se livrou de um certo ‘sentimento ruim’.
O ajudante era muito útil. Ele ajudava a preparar a missa, limpava a casa e a igreja, preparava comida e fazia companhia pro padre nas madrugadas. E apesar de achar estranho no começo, o padre foi, aos poucos, se acostumando com a natureza daquele ser flutuante com uma grande lâmpada amarela no meio do rosto. A máquina se auto denominava ‘Ajudante 2047’, tinha uma personalidade extrovertida e adorava falar. Isso incomodava a Baronesa que estava prestes a tirar-lhe o modulador de voz, quando teve a ideia de dá-lo ao padre. Nada poderia tê-lo deixado mais feliz! O padre era quieto e gostava de ouvir as pessoas, então tratava o ajudante com paciência, até quando ele falava demais, o que na opinião do padre não acontecia com tanta frequência, afinal a comunicação dele era estranhamente… eficaz. A maior parte das conversas eram sobre as pessoas. Apesar de nunca falar diretamente com elas, o Ajudante 2047 adorava ver seu comportamento estranho e ficava sempre ansioso para interagir, contudo toda vez que se aproximava de alguém a pessoa se afastava, às vezes com um olhar de repúdio, às vezes com um olhar de medo, mas na maior parte das vezes com uma mistura dos dois. No dia seguinte, o padre teria que encontrar e explicar para a pessoa que o ajudante não faria-lhe nenhum mal. Todavia mesmo com tantas explicações as pessoas ainda evitavam-no, então contentava-se em observá-las.
Agora que não precisava fazer todo trabalho da casa e igreja sozinho, o padre era mais visto do lado de fora, onde ajudava qualquer um que precisasse e não cobrava nada em troca, pedia apenas que comparecessem à missa. Vivendo assim, o padre e o Ajudante ajudaram-se mutuamente e logo isso virou a vida ‘normal’.
Com a reforma a igreja ficou mais famosa e a fila de possuídos cresceu, indo muitas vezes da sala da casa do padre até a entrada da igreja. Ao atender um enfermo, primeiro ele tinha de escutar suas confissões, em seguida concedia-lhes perdão e só depois fazia a oração de expurgo, para livrar-lhes. Alguns viam os sintomas da possessão desaparecem imediatamente, deixando cair qualquer escama, pêlo ou pedaço de pedra que, porventura, vieram a crescer; outros só melhoravam com o passar dos dias, mas seus sintomas iam embora sem deixar qualquer evidência. Os primeiros a serem atendidos eram aqueles que estavam em situação mais grave, ou seja, aqueles prestes a completar a transformação e perder o controle. Destes, alguns eram atendidos antes do final da missa, outros no lugar que estavam assim que fila se formava. Licantropia, glutanismo, petrificação, harpeismo e duplicismo eram os casos mais comuns, mas havia uma infinidade de outras possessões.
Um dia houve uma discussão sobre quem construiria a nova ponte sobre o rio, a Baronesa logo ofereceu suas máquinas, em troca, claro, de uma pequena contribuição da população. Já o povo queria que o marceneiro e o pedreiro fizessem a ponte. O padre, como sempre, tomou o lado do povo, pois sabia que se deixasse a construção nas mãos da Baronesa e suas máquinas o dinheiro jamais sairia dos cofres dela. Quando mandaram o impasse para o Governador, todos temiam que a Baronesa fosse ganhar, então o padre arquitetou um plano: avisou todos na aldeia, de modo que a Baronesa não ficasse sabendo, que seria feita uma missa importante no ‘dia depois do próximo dia de missa’. Durante essa missa ‘escondida’ eles arrecadariam os fundos para a ponte, que deveria ser construída antes que chegasse a ordem do governador. Assim, quando a Baronesa descesse de sua mansão no ‘dia de missa’ a ponte estaria pronta e o dinheiro continuaria entre o povo.
“Sei, senhor bispo, que este não é o plano mais honesto, mas o povo não aguenta mais entregar suas moedas à quem nunca às retorna.”
Confessou o padre, em lágrimas. O bispo apiedou-se do homem e respondeu-lhe que aquela devia ser a vontade de Deus, portanto não haveria castigo.
A Baronesa trabalhava em suas máquinas na varanda da mansão quando viu uma aglomeração na frente da igreja. Era normal que houvesse ‘missas depois do dia de missa’, Ela própria ia às vezes, o estranho era estar tão cheia. Pensou um tempo sobre o assunto, perguntou-se se havia esquecido alguma data especial, até que se lembrou da discussão e conjecturou que aquilo só poderia ser um plano do padre. Com pressa, desceu pela primeira vez o morro com suas roupas de trabalho, tomaria-a muito tempo colocar as roupas chiques, que costumava usar quando descia ao povoado. Andava rápido, porém o caminho era longo e ela só chegaria ao final da missa, mas talvez, a tempo de frustrar os planos do padre.
O padre que havia organizado a missa do lado de fora, exatamente para que pudesse ver o abrir e fechar do portão da mansão, acelerou a missa e conseguiu recolher o dinheiro antes que ela atravessasse o rio. Aflito, disse que não haveriam exorcismos públicos e que aqueles que necessitassem de ajuda deveriam procurá-lo em sua residência.
Neste dia havia um homem, que estava acompanhado de uma enorme criatura envolta num manto negro. O povo sabia que aquilo só podia ser um monstro em estágio final de transformação. A criatura era a esposa do homem e tinha sido possuída por um demônio glutão. Ao ouvir que deveria esperar ainda mais para ser curada, ela perdeu o controle, deixando-se levar pelos pensamentos sombrios que a atormentavam. Ficou furiosa, arrancou a capa que cobria o corpo e o rosto, e respondendo respondendo aos protestos do marido, que implorava para ela colocar o pano de volta , vociferou:
“Estou cansada! Estou com fome!”
O monstro era terrível, gordo, sem pelos ou cabelo, tinha horríveis bolas de pus amarelado, que se espalhavam como furúnculos por todo o corpo. Seu rosto era completamente deformado, a ausência de lábios fazia com que seus dentes e gengiva ficassem totalmente expostos. Porém a pior parte era a carne e pele que faltavam na lateral direita do torço, fazendo com que as costelas ficassem de fora e que fosse possível ver alguns dos órgão internos da criatura, mas o pedaço não parecia ter sido arrancado, não, pelo contrário, estava em formação. A carne borbulhava e parecia crescer muito lentamente, desejando cobrir as vísceras e formar o braço que faltava.
A criatura começou a andar em direção ao altar. As pessoas assistiam a cena paralisadas, em choque, horrorizadas. Ao dar o segundo passo, ela esbarrou no homem do casal à frente. O resultado fez com que o pânico tomasse conta do público, que finalmente disparou a correr em todas as direções. Primeiro, o homem ficou preso, depois seu corpo foi sendo pouco a pouco absorvido pela carne do monstro, e na medida que ia sendo ‘incorporado’ o lado direito do monstro enchia-se de carne, pele e bolhas de pus. A esposa do homem até fez um esforço para salvá-lo, mas ao ver a carne sendo derretida e sugada, vomitou e caiu para trás, para, em seguida, sair se arrastando de costas pro chão, incapaz de desgrudar o olhar do horror que acontecia em sua frente. Por sorte, o monstro a ignorou, seu olhar, faminto e furioso, dirigia-se para o padre, que preparava uma oração desde que este havia tirado o manto. Precisava do exorcismo pronto quando tocasse no monstro, do contrário seria absorvido.
Nesse momento a Baronesa já estava chegando e pode ver tudo com seus próprios olhos, furiosa, ela cerrou os punhos e começou a rezar. A criatura encarou o padre até que o corpo do homem fosse totalmente absorvido, aquela ‘refeição’ tinha sido o suficiente para formar um braço grotesco, mas não para preenchê-lo de carne, sobrara então por todo lado direito do monstro buracos, por onde se via os ossos e partes internas. Isso deu ao padre tempo para terminar o exorcismo. Semi-acabada, a criatura avançou correndo aos tropeções, como as criaturas infernais normalmente fazem, o padre só precisava tocar na criatura e fazer a segunda oração para a salvação das duas almas. O homem absorvido já estava morto, porém sua alma precisaria ser libertada e a possuída, exorcizada. Fazer isso em tão pouco tempo não seria tarefa fácil, mas tinha de tentar.
O monstro já estava perto. O padre sentia o cheiro podre, ouvia as passadas pesadas, os grunhidos inumanos, mas manteve os olhos fechados e o coração sem medo. Calculou a posição do monstro e no momento certo esticou o braço. Ouviu um grito, mas não sentiu o toque. Abriu os olhos. Sua mão estava a centímetros da criatura.
Algo estranho havia acontecido. A Baronesa tocava o monstro pelo lado, que congelado como uma estátua, tinha uma expressão de terror e tristeza nos olhos, um terror que só um possuído poderia sentir. O terror de ter seu corpo mudando a composição de carne, ossos e órgãos para cinzas, o que causava uma dor alucinante, o terror de ter sua alma sendo desmembrada, estraçalhada e destruída, o terror de saber que não vai nem para o céu ou para o inferno e sim para o vazio da inexistência, o terror de sentir tudo isso e não poder gritar.
Do lugar onde a Baronesa tocou, espalhou-se uma cor cinza por todo corpo do monstro, com uma textura que não lembrava pedra, mas, sim, pó acumulado. O padre teve tempo de ver o efeito tomando o corpo da criatura, que apesar dos pecados e da morte, possuía ainda um resquício de humanidade e tinha salvação. Também teve tempo de reparar em uma lágrima, que escorria do olho ainda não transformado em cinza da possuída. Quando foi finalmente inteira afetada pelo toque, ela se desfez e suas cinzas levadas pelo vento. A alma das duas pessoas, assim como a do demônio haviam sido completamente destruídas. O padre sabia que aquilo não era um exorcismo, era uma outra coisa, mais antiga, mais cruel, mais perigosa…
“Ela... ela lançou um sortilégio?”
Foi o que pensou, enquanto encarava a Baronesa, que estava pingando suor, cansada, ofegante, suja de terra e graxa. Ela olhou em seus olhos, mas não disse nada, apenas se virou voltando para a mansão.
Durante a noite, máquinas de limpeza desceram, para limpar o que sobrou das cinzas.
submitted by carretinha to EscritoresBrasil [link] [comments]

[Sério]Escolha de local para cirurgia ortopédica

Boa noite redditors.
Recebi o vale cirúrgico para realizar uma cirurgia ortopédica. Em termos de diferença tempos de espera para marcação a diferença é mínima, logo gostava de saber se há alguma coisa que eu deva saber sobre as seguintes unidades hospitalares (principalmente na área ortopédica), antes de escolher uma:
Hospital de Fão, Esposende Hospital Particular de Barcelos Centro Hospitalar de São Francisco (Sanfil), Leiria
submitted by Aftaminas to portugal [link] [comments]

Vocês já tiveram que abandonar uma marca por conta de perda de qualidade dos seus produtos?

Sempre gostei de comer no Outback, por causa das comidas boas, do ambiente aconchegante e do ótimo atendimento, justificando o alto preço cobrado pelos pratos e o sucesso das franquias (com grandes tempos de espera para conseguir uma mesa). Semana passada, fui ao restaurante com meus pais, afinal já tinha um tempo que não fazia um programa assim com eles. Pois bem...dessa vez, foi uma decepção. O suco de morango com laranja (empurrados para mim, afinal minha primeira opção era o de abacaxi com hortelã) veio mal misturado, o prato que meu pai mais gostava (a costela com pedaços de frango) foi retirada do cardápio, a cebola que tanto amávamos estava mal cozida e a costela que pedimos estava parcialmente crua, tornando impossível comer mais do que a metade dela. Somente o atendimento continuou bom, mas as comidas não justificaram o preço. Saímos de lá decepcionados, e algumas horas depois, todos nós passamos mal. Pensávamos que foi um problema da franquia ou mesmo um daqueles dias em que tudo deu errado na cozinha, mas pelo que eu pesquisei na internet, aparentemente o Outback caiu em qualidade no Brasil inteiro. Hoje, fui almoçar com a minha orientadora do mestrado e um outro orientando dela em um restaurante perto da faculdade. Conversa vai, conversa vem e surge o assunto do Outback. Comentei sobre minha experiência recente, e o outro orientando menciona que pediu o fondue que eles estavam servindo há alguns meses, porém eles estavam sem pães para acompanhar o prato. Então, tomei a decisão de não mais frequentar o Outback até que eles voltem a ser o excelente restaurante que já foram um dia.
E quanto a vocês do brasil? Já tiveram que abandonar alguma marca por conta de perda de qualidade dos seus produtos?
submitted by SopaDeMolhoShoyu to brasil [link] [comments]

Porque é que não se abrem mais vagas para Medicina?

Se há demoras nos exames e consultas a solução não poderia passar por mais médicos para justamente diminuir os tempos de espera?
Para os médicos teria vantagens: 1) Mais profissionais, menos necessidade de horas extras 2) Menos horas extra, menos cansaço, mais qualidade de vida e tempo livre e menos erros médicos
Parece-me que há uma cultura corporativa na Ordem dos Médicos e na Medicina em geral em que se previligia ser workaolic e jornadas de trabalho insuportáveis.
submitted by meiapessoa to portugal [link] [comments]

Em Santa Maria, RS, temos uma iniciativa privada sem fins lucrativos só para o caso covid19, uma associação de médicos da cidade está encabeçando esta iniciativa. Atendimentos virtuais e encaminhamentos imediatos quando necessários. Tempo de espera: segundos!

submitted by profVinic to coronabr [link] [comments]

Faculdade incompetente não consigo ter certificado a tempo de realizar candidatura a mestrado

Boas!
A minha senhora concluiu recentemente a licenciatura numa faculdade e pretende agora realizar candidatura numa faculdade (e universidade) diferente àquela onde fez a licenciatura. Agora o problema começou quando o lançamento das notas atrasou se 3 dias em relação à calendarização. Sabendo a data de candidaturas do mestrado e o tempo de espera para o certificado que foi dado (no máximo 10 dias úteis), ia ser apertado mas ia ser possível. No entretanto os serviços académicos não conseguem garantir a entrega dos certificados no prazo estipulado e a universidade onde quer fazer o mestrado não é flexível e quer apenas o certificado.
O que se pode fazer nesta situação?
submitted by SonGokuecas to portugal [link] [comments]

[Sério] Reduzir as listas de espera para cirurgia nos hospitais públicos.

Olá a todos, gostaria de saber a vossa opinião sobre os vales de cirurgia. Estes não só visam a redução do tempo de espera para cirurgias, bem como permitem a opção de escolher uma de várias unidades hospitalares privadas para a realização das cirurgias. Algum de vós já passou por esta situação ou conhece alguém que já tenha passado?
submitted by ImmediateLength29 to portugal [link] [comments]

Tempo de espera estágio emprego IEFP

Boa malta. Após ter um entrevista com uma empresa da área de informática, acordámos que iria ser contratado através de um estágio profissional do IEFP. Assim, dirigi-me ao IEFP da zona do estágio para entregar todos os documentos que me tinham pedido. Isto já foi no dia 27 de Fevereiro de 2017. Agora já passou mais de um mês e ainda não obti nenhuma resposta. Alguem me sabe dizer como andam os tempos de espera para obter aprovação?
submitted by Brunom50 to portugal [link] [comments]

Relação entre tempo de fila e inatividade nas filas de mestre e desafiante

Gostaria de dar uma sugestão para não desmotivar os jogadores que estão nos elos mais altos do jogo a simplesmente cair por inatividade. Isso é um problema recorrente nas filas flex, em especial.
Não é de hoje que as filas para os elos mestre e desafiante são um problema. É comum ter que esperar de 40 a 50 minutos para encontrar um jogo. Mas algo está chegando ao ridículo. Olhem isso: http://imgur.com/a/3QjQQ
Isso não é montagem. É um print do tempo de espera para achar partidas do rank 1 do servidor brasileiro em Twisted Treeline.
O que eu gostaria de propor é: Independente do tipo de jogo, SE O JOGADOR FICAR NA FILA E ESTA PASSAR DE 50 MINUTOS, COMPUTAR UM DIA A MAIS DE JOGO PARA EVITAR O DECAIMENTO POR INATIVIDADE. Eu sou desafiante e só tenho 2 horas diárias para jogar. Existem muitos dias que eu simplesmente tenho que esperar uma hora e meia e sair do jogo porque sei que não dará tempo de terminar a partida.
O que vocês acham? É algo viável a ser feito? Não é dar adicional de pdl, não é prejudicial a ninguém.
submitted by andrefcbruni to leagueoflegendsbrazil [link] [comments]

Tap Titans 2-Explicação de Clã

Bom, vamos começar pelo básico a função do clã, a função do clã é juntar um grupo de pessoas que vão derrotar bosses que ficam cada vez mais difíceis, para subir o dano do barco do clã, a % de dano que o barco dá é baseada no seu DPS, não existe diferença nessa % entre os membros do clã. Não existe bônus por dar mais dano que seus aliados, essa bonificação fica ao encargo individual de cada guild ao distribuir cargos entre seus membros, quanto mais atacar, mais rápido ele morre e mais rápido seguimos para a próxima missão. A partir do momento de começo de uma missão é liberado um "passe livre" para enfrentar o boss, receberá outro desse a cada 1h após atacar, mas pode usar diamantes enquanto espera para atacá-lo novamente 5,25,... O tempo para derrotar cada boss é de 24h, mas o ideal é "rushá-lo" para seguir para a próxima missão, o tempo de espera para um nova missão, após seu término é de 6h. Existe no menu de regalias o caixote do clã, que dará ouro a você baseado no seu estagio atual e para todos os outros membros baseados em seus próprios níveis, é simplesmente o melhor investimento se todos comprarem. Logo o principal objetivo do clã é a % de dano extra, que cresce a cada missão feita +16% ao seu dano atual por exemplo, então sejam ativos e ataquem sempre que possível para ajudar a todos que fazem parte de seu clã. O dano que o seu personagem e os aliados dão é baseado no lv máximo do seu prestigio.
submitted by ThiagoBettini to TapTitans2 [link] [comments]

Qual é o tempo de espera para começar o programa?

Qual é o tempo de espera para começar o programa?
https://preview.redd.it/t1dputuh6nc31.jpg?width=1000&format=pjpg&auto=webp&s=b755e28499caf06396776384ca192c83b8834331
#vittoriavitaPerguntaResposta

Na VittoriaVita temos um grande base de dados das mães substitutas já examinadas e prontas para começar o programa, por isso não há fila de espera para participar no programa. Imediatamente depois de assinatura do contrato a preparação para o procedimento FIV é iniciada (aproximadamente um mês).

vittoriavita.com

#vittoriavita_pt #infertilidade #maternidadesubstituição #medicina
submitted by VittoriaVitaPT to u/VittoriaVitaPT [link] [comments]

A propósito do funcionamento do SNS em tempos de Pandemia - o desabafo de um médico

Meus amigos. Caso tenham paciência para algo diferente do texto diário sobre reconversão para TI ou o anúncio da próxima bolha imobiliária.
Tenho lido e ouvido, aqui e ali, uma série de críticas ao SNS e à DGS sobre a forma como está a ser gerida esta crise sanitária. Da DGS não vou falar porque não apenas têm a sua própria agenda mas também porque as decisões que são obrigados a tomar, parecendo certas ou erradas, são apenas isso: opções. E porque eu não conheço a realidade deles (mas sei que não se vivem dias felizes por aqueles lados).
Vou sim falar na resposta do SNS. Como tem sido a vida dos profissionais no terreno, algo que se calhar muito boa gente desconhece.
A principal crítica dos utentes neste momento, em particular nos Centros de Saúde / USF's / UCSP's prende-se com a dificuldade no acesso ao atendimento. E são críticas fundadas. Algumas unidades sei que encerraram por falta de pessoal - ou meios. Mas estas serão poucas. Nas restantes... Comecemos pelo funcionamento de um qualquer Centro de Saúde pré-COVID: salas de espera cheias de utentes. Os médicos e enfermeiros possuíam um agendamento cujo único propósito era não ser cumprido (e nos hospitais era a mesma coisa): dias que começavam com a agenda cheia - 25 consultas por exemplo (cada consulta a demorar 20 minutos em média) não raramente terminavam com 40 consultas efectuadas. Os tais doentes que, embora não agendados apareciam na unidade para resolver qualquer coisa "urgente" e que não saíam de lá enquanto não falassem com alguém. E a malta lá ia cedendo. Despachavam-se coisas aqui e ali e encaixava-se mais este ou aquele até porque a agenda já estava cheia para o mês e o almoço pode ser feito em 10 minutos. Neste momento contudo, e por via das medidas de afastamento pessoal implementadas, as salas de espera viram a sua capacidade reduzida para números anteriormente impensáveis. Se a sala de espera estiver "cheia", não entra mais ninguém. Faz sentido; é para proteção dos utentes e dos próprios profissionais. Mas os utentes nem sempre ou raramente percebem a lógica. Por outro lado, e aqui sim está a diferença, neste momento cumprimos a agenda. Se eu tenho 10 vagas sei que vou ver 10 doentes. E mais nenhum. Porque a sala tem de ser limpa entre cada utente e por vezes o próprio profissional tem de trocar material. E isso demora algum tempo. Acabaram-se os aglomerados de utentes à porta do consultório só para "dar uma palavrinha" entre duas consultas. Acabou também em muitos sítios a procura activa do doente: era a unidade a convocar o doente. Neste momento muito poucos são convocados até porque se vive um pouco na lógica do "também não tenho onde os pôr".
Por outro lado abriu-se uma nova porta de acesso: a "famigerada" teleconsulta. Pessoalmente sou adepto. Poupo tempo e recursos. Há imensas coisas que se podem resolver pelo telefone. Eu não preciso de ver um utente só para lhe dizer um resultado de exames ou para lhe propor algum curso de acção. Eu preciso de ver o doente se precisar de o observar, se precisar de "espetar-lhe um dedo na barriga para ver se dói". Se tudo o que eu preciso é de falar com ele, provavelmente muitos desses casos podem ser feitos à distância com vantagens para ambos. Eu sei, não funciona com todos os doentes e eu continuo a marcar presencialmente doentes apenas para falar. Mas esta modalidade esbarra num outro problema: os serviços não estão preparadas para isto. Imaginem um Centro de Saúde com 12000 utentes inscritos - quantos destes é que num determinado dia vão tentar ligar? Algumas centenas. E quantos secretários terá cada uma destas unidades a atender os telefones? Um ou dois - e isso se os próprios telefones não estiverem avariados e assumindo que a única tarefa do secretariado se resume a atender telefones - não é. Conheço mais do que um caso em que um secretário clínico passou a entrar às 7h para ter 1h/dia para resolver expediente. E quantas linhas telefónicas terá a unidade? Demasiadas - o que faz com que, embora todos os telefones possam estar ocupados a linha continue a dar sinal de disponível. Agora imaginem isto num hospital que serve uma população de algumas centenas de milhar de pessoas... Quanto aos profissionais: ou não temos telefone de serviço ou se temos, não permite fazer chamadas porque o saldo = 0€. Usamos os telefones pessoais, com nº oculto - que muita gente não atende porque sabe que do lado de lá deve estar alguém a tentar vender colchões - ou adquirimos um cartão próprio para esta actividade, às nossas custas.
Adicionalmente temos o email: fantástica invenção: tenho enviado documentos para os utentes por esta via, tenho recebido exames e outros documentos por esta via. Sei de casos em que o uso da teleconsulta e email solucionou em 2 ou 3 dias situações que, na pré-pandemia, teriam demorado semanas a terem resolução. Mas temos o reverso da medalha: enviar um email é fácil e temos sido inundados (principalmente os médicos de família) com pedidos "absurdos". Qualquer coisa serve para enviar um email ao médico e se a resposta não surge em 5 minutos lá vai mais um email a pedir para ler e responder ao primeiro (o meu recorde são 5 em dois dias - num fim de semana).
Também no âmbito da teleconsulta foi criada a possibilidade dos médicos e enfermeiros poderem realizar todas aquelas actividades não presenciais no conforto do lar, através do uso de uma VPN: quando me prometeram isto fiquei contente: imaginei-me logo a actualizar processos pendendes no carro enquanto esperava pelos filhos na escola. Mas não... São poucas as VPN's; em vez de ser uma solução cloud com máquinas virtuais na maior parte dos sítios VPN=acesso remoto a um computador físico na unidade (significando que esse computador deixa de poder ser utilizado localmente ou que a VPN apenas pode ser usada quando o computador está livre) e estranhamente, quando me ligo através da MEO há um qualquer problema com a ligação que faz com que a maior parte das vezes não consiga aceder ao servidor remoto. Obviamente que o apoio informático não me sabe resolver o problema.
Tudo isto gasta tempo... tenho a maioria dos meus dias divididos nas duas coisas: 6 a 7 horas/dia para consulta presencial (cheia claro) e 1 a 2 horas/dia para email e telefone - não chega.
A acrescentar a isto o pessoal dos centros de saúde ainda tem o seguimento dos doentes COVID. Como é que isto funciona? Cada utente considerado suspeito ou em que se confirme a infecção é colocado (nem sempre) numa base de dados nacional à qual os Médicos de Família e hospitalares (e a Saúde Pública) têm acesso sendo os doentes filtrados por ACES. O princípio será cada médico contactar telefonicamente os utentes da sua própria unidade e orientar convenientemente todos os casos, suspeitos ou confirmados. Gasta tempo, tempo esse que tem de ser retirado das tarefas normais de consulta. Quando é que isto corre mal? Utentes que não têm o número de telefone actualizado - são imensos; utentes que não atendem o telefone - seja porque não conhecem o número de telefone, seja porque o médico liga com número privado ou então apenas porque estavam na casa de banho. Ao fim de semana... mantém-se esta necessidade de contacto. E perguntam: mas então o médico tem de trabalhar 7/dias por semana? Ter, ter, não. Mas há trabalho todos os dias e portanto, tem - muitas unidades escalam as pessoas - 1 ou 2 por fim de semana, outras apenas com 1 ou 2 médicos/enfermeiros estão a trabalhar quase ininterruptamente desde Abril. Outras unidades pura e simplesmente não fazem este trabalho ao fim de semana, até porque parece que não está a ser pago: inicialmente foi prometido que seria mas tanto quanto é do meu conhecimento - nada oficial portanto - deixaram de pagar as horas extra para esta tarefa em Junho ou Julho - e telefonar a 30 doentes ainda demora o seu tempo.

Finalmente, o excesso de mortalidade ocorrida nestes tempos... Eu tenho a minha opinião e as minhas observações. Aquilo que eu vejo é que em vez de dizer que houve excesso de mortalidade deveríamos estar a falar principalmente em antecipação de mortalidade. Entre nós médicos, que emitimos as certidões, já tivemos muitas conversas sobre o assunto. Quem é que tem morrido? Imensos idosos, cheios de doenças e maleitas afins. E antecipação porquê? Porque antes, qualquer idoso acamado que desse um "Ai" era imediatamente corrido para o Serviço de Urgência mais próximo e, estivesse muito mal ou não, o pessoal garantia que o idoso continuasse vivo por mais algum tempo e voltasse à sua rotina habitual de fingir que era uma couve - não levem a mal a comparação, são situações muito complicadas para os cuidadores e para o próprio doente e o termo não é aqui usado com desrespeito. Neste momento, vemos muitos destes idosos a morrer em casa porque a família não os leva ao hospital. E honestamente, se calhar não estão muito errados. Eu sempre fui apologista da morte em casa, preparada e acompanhada pela família. Fazemos demasiada medicina no fim de vida - e não de fim de vida - sem grandes benefícios... uma questão antiga esta de saber até que ponto é ético e correcto manter um dependente, acamado e sem qualquer tipo de vida de relação - o típico velhinho emagrecido, escariado, com tubos enfiados em tudo o que é buraco - vivo à força.

São livres de perguntar ou comentar: tão cedo não respondo porque preciso de dormir.
Só vos peço uma coisa: tenham cuidado. Não se metam em festas de Universidade; se tiverem de ir a um baptizado façam apenas isso e recordem que o baptizado é a parte em que o padre coloca água na cabeça da criança e não a parte seguinte em que está toda a gente sentada a comer e a conviver. Aquilo que a Graça Freitas recentemente disse tem muita razão de ser: "bolhas familiares". Criem a vossa própria bolha e limitem ao máximo os contactos com elementos de fora. Porque o verdadeiro problema não são os jovens infectados. O verdadeiro problema é o facto destes jovens irem ocupar e desviar recursos, seja na urgência seja no contacto telefónico, de onde eles são mais necessários. Estes dias já tive atrasos na observação de doentes idosos devido ao número de pessoas mais novas que se calhar nem sequer deveriam ter ido a uma urgência em primeiro lugar. O SNS continua a esticar mas já mostra alguns rasgões aqui e ali.
submitted by aleph_heideger to portugal [link] [comments]

Apesar de não ser usuário da Apple estou torcendo para que os rumores acerca de um iPhone 12 mini sejam reais e, mais ainda, pra que esse aparelho faça um tremendo sucesso

Como disse, não sou usuário da Apple e, apesar de de certa forma admirar seus produtos (mas de outra forma também ter um certo ódio), eu não tenho qualquer intenção de migrar para a marca da maçã (em partes por acreditar que seus produtos são superfaturados, mas principalmente pelo sistema fechado). Entretanto estou bastante ansioso com os rumores de que a próxima geração de iPhones, a de número 12, terá uma versão mini - torcendo pra que seja verdade e que, principalmente, seja um sucesso de vendas. Esses rumores falam em uma tela em torno de 5,4" e um corpo um pouco maior que o do iPhone SE de primeira geração.
E por que, apesar de não ter qualquer intenção de comprá-lo, eu quero que esse aparelho seja real e faça sucesso? Porque o mercado de (bons) smartphones pequenos é praticamente inexistente, pra não dizer inexistente de fato, bem como porque querendo ou não a Apple inicia tendências (mesmo que muitas vezes não tenha sido ela a inovar com aquilo). E se esse aparelho fizer sucesso, mostrar que há um mercado que não vinha sendo explorado cheio de gente sedenta por um smartphone compacto, certamente as rivais voltarão a investir nesse mercado.
Hoje, se fosse pegar um bom smartphone "pequeno", eu provavelmente poderia escolher entre iPhone SE, Sony Xperia XZ2 Compact (que é de 2018 e até onde eu sei não teve um sucessor), Samsung Galaxy S10e, Google Pixel 4a e alguns outros poucos (mas acho que esses quatro são os menores) - e pra falar a verdade nenhum desses é pequeno de fato, na melhor das hipóteses são médios. É realmente difícil encontrar um bom celular que fique não ultrapasse as 5 polegadas de tela (apesar de que tamanho de tela não é exatamente a melhor métrica - de que adianta um smartphone com tela de 5" se as bordas enormes o tornam tão grande quanto um de 6" de bordas finas?).
E acho importante ressaltar o "bom" em "bom smartphone pequeno" porque até dá pra achar uns menores por aí, mas normalmente são linhas básicas, com memória bastante limitada e câmera de batata. Aliás, hoje pra mim a única coisa que justifica pegar um top de linha ao invés de um intermediário é a câmera - em todos os outros pontos eu realmente não sinto falta, um intermediário me atenderia plenamente, mas a câmera ainda me parece um divisor de águas.
Eu gosto de definir um smartphone como pequeno quando você consegue, com apenas uma mão, usá-lo de forma plena - alcançar a tela toda com o polegar enquanto mantém uma pegada firme. Hoje eu tenho que escolher - se quiser alcançar a tela toda tenho que simplesmente apoiar o smartphone sobre meus dedos, se quiser manter uma pegada firme consigo alcançar apenas uns 60% da tela de forma a manter ainda um mínimo de destreza, e se quiser manter uma pegada firme e usar a tela toda tenho que usar as duas mãos.
Deem uma olhada na evolução dos celulares - a cada nova geração eles crescem um pouquinho. Parece até carro (um exemplo que gosto de dar é da BMW - o X3 é um SUV médio, o X5 é um SUV grande; o X3 nasceu com 4,57 m e hoje, 15 anos e 2 gerações depois, está com 4,65 m. Beleza, nem é tanto assim, mas com isso já é praticamente o mesmo do X5 quando do seu nascimento, que tinha 4,66 m e hoje, 20 anos e 3 gerações depois, está com 4,92 m. Vejam bem, a classificação desses carros não mudou, mas o que antes era o tamanha de um SUV grande hoje é o tamanho de um SUV médio. É legal fazer essa comparação com o Golf, também, que nasceu em 1974 com 3,7 m e em 2019, já na sua oitava geração, atingiu os 4,28 m - isso dá mais de 1 centímetro por ano). Sério, eu não entendo essa tara por celulares maiores, carros maiores... Será que a gente é realmente tão burro (ou seria "facilmente manipulável"?) a ponto de acreditar cegamente naquela máxima do "quanto maior, melhor"?
Eu entendo que a gente tem consumido cada vez mais conteúdo no celular, com jogos que se beneficiam de uma tela grande e vídeos que tornam verdadeira a máxima do "quanto maior, melhor", mas poxa, esse não é o único público - todo mundo que você conhece usa o celular pra essas coisas? Não é possível que eu seja o único que gostaria de um celular menor a ponto de as fabricantes simplesmente não investirem nesse mercado (e sei que não sou).
Eu sei que não é todo mundo que tem condições e de certa forma é até chato de ficar gerenciando, mas por que a gente não pode ter um smartphone pequeno pro uso geral e um tablet pra quando quer jogar na sala de espera, assistir um filme no ônibus ou ler um livro no horário de almoço?
E vejam, eu não estou advogando aqui pela extinção dos smartphones médios e grandes, dos phablets; eu acho sim que eles têm um baita mercado (aliás às vezes eu até queria ter umas mãos gigantes pra ficar confortável com um Samsung Galaxy Note, acho demais aquela canetinha e obviamente reconheço as vantagens de uma tela grande e de mais espaço para uma bateria maior, mais câmeras, etc.) e devem continuar existindo, mas poxa, cria também uma variante pra quem não quer ou simplesmente não precisa de uma barra de chocolate no bolso (apesar de que com a redução das barras de chocolate daqui uns anos alguém pode ler isso e pensar "caramba, ele acha que um negócio de 8 cm x 3 cm é grande?!?!").
Ainda, cria uma gama de smartphones que realmente preenche os diversos nichos - a gente vê lá a versão normal e a versão plus, a plus sendo poucos milímetros maior que a normal. Pô, se é pra ter essa diferenciação faz um médio de verdade e um grande de verdade, não um grande e um um pouquinho maior.
Eu, hoje, se pudesse escolher, teria um smartphone com uma tela na casa das 5", talvez até um pouquinho mais se conseguissem gerenciar bem a espessura e o tamanho das bordas, e um tablet talvez de umas 9" ou 10", sem contar é claro com o laptop, que acho que umas 15" são bacanas. Sei lá, eu acho que mesmo os smartphones grandes acabam não sendo grandes o suficiente pra muitas das coisas a que propõem, acabando por ser desnecessariamente grande e, ao mesmo tempo, insuficientemente grande. Aliás, às vezes eu penso que seria legal se o smartphone, o tablet, o laptop, o smartwatch, o smartglass e afins fossem meros "pontos de acesso", "centrais de interação", com o processamento, armazenamento, conectividade e tudo o mais sendo realizados por um dispositivo único no nosso bolso; isso seria bacana até por oferecer uma experiência extremamente fluida, sem fragmentações, bem como bem mais fácil por exigir a configuração de um único dispositivo (apesar de obviamente permitir um ajuste fino pra cada dispositivo).
submitted by bobmonofree to brasil [link] [comments]

Família em quarentena sem acesso a testes

Olá a todos, venho aqui expor isto, por não saber para onde me virar nesta situação.
Tenho um avô (76 anos) que depois de ir ao hospital para fazer uma sessão de quimioterapia (cancro da próstata) e ter voltado para casa, teve vários sintomas e foi-lhe finalmente diagnosticado Covid. Sendo um paciente de alto risco, foi internado e está a respirar com a ajuda de um ventilador há 1 semana.
Durante o tempo entre a sessão de quimioterapia e ser diagnosticado com Covid, esteve permanentemente em contacto pessoal com os meus pais, a minha avó e o meu irmão, entre outros. Parte da família veio do estrangeiro para tratar de assuntos de importância e acabou por ter que perder o voo de retorno para se manter em quarentena, o que todos eles entendem e seguem religiosamente.
Desde o dia em que foi internado, que a família está em isolamento em casa à espera que o delegado de saúde entre em contacto. Fartam-se de telefonar para o hospital, para o centro de saúde da freguesia e para qualquer autoridade que lhes passe pela cabeça, para que enfim lhes permitam fazer o teste. Duas das pessoas da família têm antecedentes de saúde que os qualificam como doentes de risco e ninguém quer saber de nada. O delegado de saúde não liga, os outros contactos todos lhes dizem para esperar e não sair de casa.
O que se pode fazer aqui para que tenham acesso a testes? É que já lá vai uma semana, e estão em casa à espera que os contactem e sempre que ligam não dá em nada.
Obrigado desde já a todos.
P.S. Desculpem os erros gramaticais, o meu português já não é o que era.
submitted by bernoit to portugal [link] [comments]

Excesso de zelo a roçar o ridículo no regresso às aulas

Se hoje surgiu um post sobre a falta de cumprimento de medidas na Ualg, existe também o reverso da moeda e neste caso falo do Politécnico de Setúbal, mais concretamente da escola superior de ciências empresariais.
Depois de terem adiado o início das aulas porque ainda existiam umas pontas soltas no que toca à colocação dos alunos nas turmas devido ao Covid, a minha irmã ligou-me há pouco após os alunos terem tido uma reunião online com os coordenadores de curso, e a situação que me descreveu é simplesmente ridícula.
Então apenas os alunos de 1o ano e os que estão inscritos apenas a 4 UC's no semestre (provavelmente finalistas) podem inscrever-se nas turmas que desejarem, tudo o resto vai ser alocado automaticamente nas turmas pelos serviços académicos. Logo aí surge um problema óbvio, desde os trabalhores estudantes que têm de certeza preferência por certo horário e todos os alunos que têm cadeiras para trás. Qualquer aluno universitário que tenha deixado cadeiras para trás sabe a ginástica que tinha que fazer para conseguir encaixar as cadeiras todas sem sobreposições de horário, algo que demora o seu tempo e que claramente é impossível ser feito para cada caso individual para milhares de alunos. Quando indigaram sobre este assunto a resposta foi simplesmente um não sabemos, mas tudo se vai resolver, para não dizer que ainda reclamaram com os alunos por fazerem tantas questões.
Depois existe ainda a possibilidade de rotatividade dentro de uma turma, em que a cada semana ou duas semanas metade tem aulas presenciais e outros online. Voltamos à questão dos alunos que estão a ter cadeiras de mais de um ano e que vai acontecer terem uma aula online às 9 da manhã e às 10:30 terem laboratório presencial, espera-se portanto o poder do teletransporte por parte dos alunos, visto que mesmo que apareçam na aula das 9 na escola ser-lhe-á recusada a entrada visto que não estão escalados para aquela semana presencial. Surgem ainda mais dois problemas óbvios, o primeiro que é a quantidade de alunos que não tem condições informáticas para assistir às aulas online (o semestre passado a escola emprestou computadores dos laboratórios a esses alunos, mas considerando que um dos turnos vai estar em precencial, os mesmos não podem ser cedidos desta vez), e o segundo problema é que é bastante diferente um professor estar a dar aula para uma turma pelo teams, e outra é estar a dar a aula para a sala e essa mesma aula estar a ser transmitida em tempo real para quem está em casa, a atenção para esses alunos será menor, já imagino a qualidade com que se verá o que está escrito no quadro, e as intervenções dos colegas em sala não serão ouvidas por quem está online.
Para além dos problemas óbvios detectados ainda existem regras ridículas como haver ordem de entrada e saída da sala, que fora o tempo de aula perdido ainda temos o pobre coitado que tem que apanhar o comboio 10 minutos depois mas tem o azar de se chamar Zacarias e tem que esperar que saia toda a gente primeiro que ele de forma a manterem a distância de segurança.
Aulas seguidas na mesma sala ou num intervalo de até 10 minutos? Não podem sair da sala de forma a evitar perder tempo novamente. Querias ir beber um café, fumar um cigarrinho ou ir ao bar petiscar alguma coisa? Já foste! Intervalos entre aulas maiores de 20 minutos saem mas não podem permanecer nos corredores, têm que sair do edifício. Já estou a imaginar os alunos todos de guarda chuva na rua à espera da próxima aula.
Avaliação contínua? Não dá jeito, querem correr tudo a avaliações finais presenciais nas últimas 2 semanas de aulas.
Estou completamente de acordo que existam medidas preventivas mas isto roça o ridículo, e a única coisa que estão a conseguir fazer é prejudicar os alunos, para não falar da distinção de ensino que uns vão ter quando comparados com outros, sendo que no final pagam exactamente o mesmo.
O início das aulas foi novamente adiado, e os alunos ficaram a saber tanto como sabiam antes das ditas reuniões, visto que as respostas limitaram-se a "ainda não sabemos nada, mas vamos ultrapassar isto juntos". Digam isto a um pai, digam-lhe que embora pague o mesmo que o outro pai, os filhos têm condições completamente diferentes, só porque um deles calhou ser o 1o ano de faculdade.
Isto tem tudo para correr mal, a quantidade de alunos que não vão conseguir conciliar horários vai ser ridícula, e dado o número de queixas a resolução por parte dos serviços académicos vai ser tudo menos rápida, e entretanto quem não conseguir assistir às aulas que se lixe, não se esqueça é de pagar as propinas a tempo e horas.
submitted by 4in4t92 to portugal [link] [comments]

Como Alterar o Tempo Limite Da Tela de Descanso e ... Tempo de Espera - YouTube GR - Adoção: Novas regras diminuem tempo de espera - 21-06-2018 Tempo de Espera (Jessica Soares) - Música para o Advento ENTENDA O TEMPO DA ESPERA - Miss. Gabriela Lopes

Agora, o tempo médio de espera para os funcionários decidirem sobre os pedidos é de mais de 10 meses. Demora até 22 meses em Atlanta e até 26 meses em partes do Texas, de acordo com estimativas oficiais. O Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA disseram que o tempo de espera pela naturalização aumentou, por causa do “surto” de ... Para acessar o Tempo Médio de Espera, você precisa ser um Administrador do grupo de chat. É possível conferir essa informação em Configurações > Chat > Grupos de chat, selecione o grupo em questão e clique na aba Administradores. Lá estarão os administradores do grupo. Desenvolvido por: © 2016 Todos os Direitos reservados ao Governo da República Portuguesa - Ministério da Saúde INSS: Tempo de espera aumenta para os beneficiários. O tempo médio de espera dos segurados para obtenção de resposta aos pedidos de benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2019 foi o maior em cinco anos, segundo informações enviadas pelo órgão ao Tribunal de Contas da União (TCU). A dona de casa Aparecida Souza Barros, 65, espera ansiosa para realizar o transplante de fígado. Há 30 anos, ela contraiu hepatite C ao fazer uma transfusão de sangue. Com o tempo, o fígado ...

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Como Alterar o Tempo Limite Da Tela de Descanso e ...

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